Reconhecer o protagonismo feminino como construção social necessária para a formação cidadã ativa, por meio do qual ações concretas de referências femininas, dentro da comunidade escolar e para além dela, possam estimular e ancorar transformações de uma sociabilidade pautada na equidade de direitos.
Autor: mulheres.admins
-

Museu e Escola – Por mais Meninas na Ciência
Projeto de iniciação científica fruto da parceria do Museu SESI LAB e de 5 escolas públicas, o Sesi Lab Delas oportunizou que as estudantes do Centro de Ensino Médio Taguatinga Norte, sob orientação da professora Glaucia Santos, produzissem um cordel de educação ambiental: O Lobo-Guará e a Maria Botânica no Fogaréu do Cerrado.
As experiências vivenciadas transformaram a vida de todas as participantes do projeto e provaram que quanto mais diversa, mais a ciência cumpre o seu papel social. -

Sombras Que Falam
O Projeto Sombras Que Falam, sob a supervisão do Professor Jades Daniel e orientação da Professora Maria Lucia Alves, visa explorar e celebrar as vivências e conquistas das mulheres na sociedade e comunidade escolar do CED 416 em Santa Maria-DF. Alinhado à Lei 14.986/2024, que promove a equidade de gênero, o projeto é realizado durante os intervalos escolares, oferecendo um ambiente seguro e acolhedor para discussões.
-

Literatura em Movimento: As Mulheres no Esporte
Promover a leitura e a prática de ginástica entre as alunas, destacando a importância das mulheres no esporte através da literatura.
-

Mulheres que marcaram a minha história
O projeto aconteceu no CEF 18 de Ceilândia no ano de 2018 com turmas de 8º e 9º anos nas em que estava lecionando língua portuguesa. Foi no início do ano letivo para um momento crítico e reflexivo da luta contra a violência. Como proposta de trabalho, sugeri aos estudantes um tema de memorial descritivo: As mulheres que marcaram a minha história. Antes disso, fizemos rodas de conversa sobre o assunto com a chamada e representatividade da mulher na humanidade, em cada sociedade, comunidade, família e história pessoal. Fiz uma parceria com o professor de história para alinharmos os dados históricos sobre o assunto. Os estudantes tiveram um prazo para a escrita do memorial e auxílio para a escrita tendo em vista que é um texto não tão usual. Após a escrita e leitura, fizemos uma apresentação voluntária em formato de roda de conversa para apresentação dos relatos que foi um momento emocionante para todos.
-

A voz da Pérola Preta
A voz da Pérola Preta, tem como base dois livros infantis cuja personagem, vivência situações de racismo, percebe a falta de representatividade da mulher negra em espaços de poder, conhece a Lei Maria da Penha e identifica mulheres do seu convívio que sofrem violência. Pautada no tripé: informação, resistência e reivindicação, torna-se uma ativista e parte para uma missão de conscientização. Defendendo a importância de uma literatura que contempla pautas sociais urgentes, percorro as escolas, promovendo o debate, com os docentes e também com os estudantes.
